Em 13 de setembro de 1946 nascia no Brasil o Serviço Social do Comércio. Uma instituição comprometida com a melhoria de vida da família comerciária e da sociedade em geral. A entidade surgiu em um cenário de incertezas. A percepção das lideranças empresariais, nesse contexto, foi importantíssima para que a ideia de promover o bem-estar social virasse realidade e, assim, a iniciativa privada deu origem ao Sesc, tendo como alicerce as áreas de lazer, saúde, assistência, educação, esporte e cultura. Na semana passada, completamos 72 anos. Não restam dúvidas do poder transformador do Sesc e da necessidade de manter a sua missão.

Posso dizer, com muito orgulho, que participo dessa história exercendo a presidência do Conselho Regional do Sesc no Distrito Federal, onde a instituição surgiu em 1966. Com o passar dos anos, as necessidades da população brasiliense foram crescendo e também fomos ampliando os atendimentos. Durante a minha gestão à frente do Sesc-DF, inaugurei cinco novas unidades, passando de seis para 11 espaços próprios. Também reformamos todas instalações existentes e passamos a atuar além dos limites físicos, com a implementação de oito unidades móveis. Só em 2017, foram realizados 4,5 milhões de atendimentos e hoje 406 mil pessoas estão credenciadas para utilizar nossos serviços em Brasília.

Todas essas ações são prestadas por 1,6 mil funcionários. Dessa maneira, completamos 72 anos com a certeza de que lutamos pela cidadania. Somos uma das maiores fontes de cultura desse País, referência na assistência aos idosos, guerreiros no combate à fome por meio de um banco de alimentos, sinônimos de educação com as escolas regulares, doutores em atendimentos médicos e incentivadores de crianças e adolescentes no universo esportivo. Por tudo isso, eu tenho a plena convicção de que ampliar os horizontes é ajudar a construir um Brasil com mais oportunidades. Parabéns a todos que, direta ou indiretamente, fazem parte dessa conquista.