Artigos

Aprimorar para crescer

Há algum tempo, os comerciantes do Distrito Federal reivindicam uma participação maior no Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). O subsídio é administrado pelo Ministério da Integração Nacional, por um conselho deliberativo (Condel) e pelo Banco do Brasil – como agente financeiro. Seu objetivo é contribuir para o desenvolvimento econômico e social da região. Por isso, os recursos são disponibilizados por meio de financiamentos de longo prazo às atividades produtivas dos setores industrial, agroindustrial, agropecuário, mineral, turístico, comercial e de serviços. Não é uma doação, é bom dizer. É um empréstimo posteriormente pago pelo empresário.

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Desenvolvimento regional

Processo de urbanização do Centro-Oeste encontrou seu principal estímulo na criação de Brasília. Passados mais de meio século, a região cresceu e evoluiu bastante, porém a desigualdade ainda é um fator preponderante. Promover a integração regional de forma permanente é uma tarefa difícil que exige a participação de todos. O Distrito Federal, ainda hoje, carece de um modelo de desenvolvimento econômico com foco em sua região metropolitana. Falta, inclusive, criar legalmente essa região.

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Greves paralisam o DF

Estamos praticamente no final de 2011, um ano marcado por sucessivas paralisações das mais diversas categorias no Distrito Federal, como bancários, agentes de trânsito, auxiliares de educação, técnicos penitenciários, rodoviários, servidores da saúde e policiais civis. Esse último grupo, dos responsáveis pela segurança pública, iniciou uma greve que impediu os cidadãos de entrarem nas delegacias ou registrarem ocorrências. Tais manifestações comprovam três fatores: o radicalismo de alguns setores, as dificuldades nas negociações e o prejuízo para população. A greve, inegavelmente, é um direito do trabalhador garantido pela constituição. Porém, não pode, por lei, atingir a prestação de serviços ou atividades essenciais para a população. Os princípios de supremacia dos interesses públicos precisam ser respeitados. Mas não é o que vem ...

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Mudanças no secretariado

Todo governo passa por momentos de ajuste, o que é perfeitamente compreensível. Quando essa fase se estende por muito tempo, porém, a população começa a se preocupar. Em dez meses da gestão Agnelo Queiroz, seis secretários de diferentes pastas foram removidos ou abandonaram o cargo. Somente no primeiro escalão, foram atingidas as secretarias de Segurança, Educação, Ciência e Tecnologia, Obras, Administração Pública e Desenvolvimento Econômico. Entre as administrações regionais, já se contabilizam oito substituições. Duas das maiores cidades do Distrito Federal, Taguatinga e Águas Claras, tiveram o administrador trocado mais de uma vez. As outras mudanças afetaram Núcleo Bandeirante, Varjão, Brazlândia e Setor de Indústria e Abastecimento. Certamente, não há programa de governo que se solidifique com tamanha movimentação.Se considerarmos ...

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